*Perfil

Nome: Cesar Augusto Cielo Filho.
Idade: 21 Anos (10/01/87).
Cidade: Santa Bárbara do Oeste - SP.
Estado Civil: Solteiro.
Altura: 1,95 m.
Peso: 80 Kg.
Cabelos: Castanhos Claros.
Olhos: 1,95 m.

*Biografia


    César Augusto Cielo Filho nasceu em 10 de janeiro de 1987, na cidade de Santa Bárbara d'Oeste no interior do estado de São Paulo. Depois de tentar praticar judô e vôlei, o atleta começou na natação aos oito anos no Esporte Clube Barbarense. Sua mãe, a professora Flávia, foi quem levou César para treinar no Pinheiros, clube da capital paulista que Cielo defendeu em muitas competições importantes. Nos últimos três anos, César Cielo estudou na Universidade de Auburn, onde intensificou os treinamentos de natação. A cidade do Alabama foi escolhida pela tranqüilidade. César Cielo competiu diversas vezes pelo Auburn Tigers no NCAA, tradicional campeonato universitário norte-americano de natação.

    César Cielo foi um dos destaques do Pan do Rio de Janeiro. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, César Cielo conquistou a medalha de ouro nos 50m livre e 100m livre. Além disso, foi fundamental para a vitória da equipe brasileira no revezamento 4 x 100 m livre. Além disso, César Cielo ficou com a medalha de prata no revezamento 4 x 100 m medley.

    Seu ídolo era Gustavo Borges (vencedor de duas pratas e dois bronzes nos Jogos Olímpicos), que depois virou conselheiro do nadador brasileiro. César despontou a quebrar recordes de outro ídolo, Fernando Scherer, o Xuxa (vencedor de duas medalhas de bronze nas Olimpíadas). Xuxa é o atual empresário de César Cielo.
 

    Nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008, César Cielo ganhou a medalha de bronze na prova dos 100m nado livre, 10º medalha para a natação do Brasil nos Jogos Olímpicos e a 80º medalha brasileira nas Olimpíadas. César Cielo bateu na fase classificatória o recorde olímpico dos 50m livre com 21s47. Poucos minutos depois, o francês Amaury Leveux superou a marca em um centésimo. Na semifinal, César Cielo voltou a bater o recorde olímpico, com a marca de 21s34. Na final dos 50m livre Césão, como é chamado por amigos e familiares conquistou o primeiro lugar. A inédita medalha de ouro para a natação veio com um tempo de 21s30, apenas dois centésimos acima do recorde mundial do australiano Eamon Sullivan, sexto lugar nesta mesma prova.

*Jogos de Benjin 2008

Participação do Cielo nas modalidades:

50 m livre - Medalha de Ouro
100 m livre - Medalha de Bronze
4 x 100 m livre
4 x 100 m medley

*Pan Rio de Janeiro 2007

Participação do Cielo nas modalidades:

Medalha de Ouro - 100m livre
Medalha de Ouro - 50m livre
Medalha de Ouro - 4x100m livre
Medalha de Prata - 4 x 100 m medley


*Outros Links

Academia Fernando Scherer
Backstreet Brazilian FC
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Blog Paul Walker Brasil®
Blog do Rafinha Bastos
Blog do Marcos Mion
Blog do Danilo Gentili
Blog do Maurício Manieri
Blog da Gisele Bundchen
Blog Backstreet Boys®
Blog Cine-News
Blog do Thiago Pereira
Blog da Pri
Blog André Leono
Carlos Bernard
Flog Paul Walker
Flog do Will Estes
Flog Josh Hutcherson
Flog André Leono
Flog da Shinning Star
Flog do Andy
Flog RGDS
FC do César Cielo
Gustavo Borges
Josh Htcherson
Kiefer Sutherland
Leo Um Gol de Letra
Mundo da Nani
My House Lilás
Ondas do Mar
Paul Walker Fan
Papel Pop
Will Estes
Sobre Natação



*Link-Me



*Créditos

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O manual do superatleta

   Não adianta querer, é preciso poder ser um astro do esporte;

               

 

  Vários superatletas  escreveram seu nome na história do esporte após a Olimpíada de Pequim. Jovens pelo mundo todo  tentaram seguir os passos de seus ídolos para também, em um futuro próximo, subirem no pódio olímpico. Mas qual será a fórmula para se atingir o rótulo de superatleta? Muitos são os fatores que podem ajudar a determinar se um praticante de uma modalidade será apenas “mais um” ou se tornará um astro. Estrutura física, metabolismo e aspectos neuromotores e psicológicos são alguns deles. O ambiente político-social também colabora bastante para se atingir o sucesso. Isso para não falar dos equipamentos a serem utilizados em cada disputa. É só lembrar do maiô LZR Racer, que, com forma anatômica, senso estabilizador, menor retenção de água, menos peso e mais adaptado ao corpo do atleta, ajudou muita gente a quebrar recordes mundiais na natação nos primeiros meses deste ano, assim como nas Olímpiadas. Além de tudo isso, evidentemente, conta-se com o talento nato de cada um.

  O melhor caminho, o mais rápido, menos frustrante e com maior chance de sucesso é conseguir conciliar o biótipo do atleta com o esporte a ser praticado. Afinal, décimos de um segundo separam o primeiro do quarto lugar. A diferença no desempenho entre atletas de elite é absurdamente pequena. Por isso, melhor que os grandalhões sigam para o basquete e vôlei. Atarracados vão para as lutas. Aqueles que tiverem muita flexibilidade, se forem altos, vão para a natação, enquanto os baixinhos concentrarão forças na ginástica. “As exceções existem para se confirmar as regras”, afirma Victor Matsudo, diretor-geral do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs). Isso explica fenômenos como Garrincha e suas pernas tortas no futebol, o “baixinho” nadador Ricardo Prado, recordista mundial, ou o nadador negro Anthony Nest, medalha de ouro na Olimpíada de Seul, “O esporte de alto rendimento não é para quem quer, é para quem pode”, diz Matsudo.

  O Celafiscs criou uma forma para a medição de talentos, chamada índice Z, reconhecida como referência como estudo pelo Comitê Olímpico Internacional. O estudo consiste em comparar os resultados de um atleta com a média da população de mesma idade e sexo. Segundo Matsudo, os superatletas Oscar, Marcel, Paula, Hortência (craques eternos do basquete) e João do Pulo (recordista mundial do salto triplo em 1975) obtiveram índices Z 99,99% melhor que a média da população, quando ainda estavam no início de carreira, demonstrando que tinham um futuro brilhante pela frente. “Para ser um superatleta não basta ser um pouquinho melhor, mas 99,99% dá para confiar. O garoto não vai apenas ser bom em competições menores. Ele vai disputar uma Olimpíada”, diz Matsudo.

  Por isso, um primeiro passo seria detectar a aptidão de cada criança. Segundo Matsudo, um bom método é se aplicar a “lei dos 10%”, utilizada na Alemanha. Em um teste preliminar com 200 mil crianças, 20 mil saem para uma análise mais específica. Daí, 2 mil prosseguem para as escolinhas de esporte, dos quais 200 vão para a elite e 20 atingirão o nível olímpico. No Brasil, o vôlei é a modalidade que mais se aproxima deste padrão. Alberto Silva, técnico de natação do Pinheiros e da seleção brasileira, ainda sonha, assim como o presidente da Confederação Brasileira de Esportes Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes, com a ‘cidade da natação’, mas comemora o fato de a modalidade já conseguir manter boa parte de seus melhores atletas no País, como por exemplo Thiago Pereira, que cai na água seis vezes por semana para nadar 220 quilômetros por mês, em fase de treinamento duro. “Já temos um caminho a seguir. Tecnicamente, a natação brasileira está no mesmo nível das grandes potências. Desde Atenas, em 2004, que a maioria dos nadadores não precisou ir treinar no exterior para obter resultados.” Cesar Cielo, que ao lado de Thiago carrega tiveram as melhores chances de medalha para o Brasil na China, e que conquistou a sua medalha, ainda treina nos EUA.

      ACASO

  “A maioria dos nossos superatletas no atletismo surge graças ao acaso”, afirmou Nélio Moura, técnico de vários atletas, como Maurren Maggi, Keila Costa e o panamenho “abrasileirado” Irving Saladino, campeão mundial do salto em distância. Nélio se refere a exemplos como o de Claudinei Quirino, que dez anos antes de ganhar a medalha de prata com o revezamento 4x100 na Olimpíada de Sydney, em 2000, trabalhava como frentista. Ou de Jadel Gregório, foi um grande candidato a subir ao pódio de Pequim no salto triplo, mas infelizmente não conseguiu sua medalha e que, apesar do forte porte físico, iniciou no atletismo no salto em altura, modalidade que exige atletas mais longilíneos.

  Mas a partir de 2009, o atletismo brasileiro terá sua ‘cidade’. Será construído em Bragança Paulista o Centro de Treinamento de Alto Nível da IAAF (Associação Internacional das Federações de Atletismo) na América do Sul. O projeto do arquiteto Celso Greon inclui, ainda, pista de aquecimento coberta, área específica de treinamento para lançamentos, salas de musculação e piscina, entre outras instalações. “Este complexo esportivo será tão bom quanto os melhores já existentes em países como Itália, Espanha, Finlândia e Austrália”, diz Roberto Gesta de Melo, presidente da Confederação Brasileira de Atletismo.

    As virtudes mais importantes:

Atitude

Coragem

Perseverança

Compromisso

Disciplina

Organização

Planejamento

Auto-estima

Alegria

Flexibilidade

Resistência à dor física e

psicológica

Capacidade de recuperação

Autocontrole

Humildade

Ética

Lealdade

Fair-play

Capacidade de lidar

com público e imprensa

Ter metas


   
As falhas mais comuns:

Falta de disciplina

Falta de concentração

Erro na dosagem na quantidade de treinamento

Falta de avaliações periódicas

Confiar demais no técnico

Acomodação

Falta de motivação

Pressa por resultados

Impaciência

Cobranças por erros cometidos no passado

Falta de boa administração do tempo

Falta de lazer

 

(Estado.com)



- Postado por: Pricy às 01h51
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